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segunda-feira, 1 de junho de 2009
Em SP, 156 cruzamentos têm mais risco de assaltos
A zona sul de São Paulo concentra um terço, ou 57, dos 156 cruzamentos com maior risco de assaltos na capital paulista, nos quais 80% das vítimas são mulheres. Além disso, na maior parte das vezes os ataques são feitos por motoqueiros. Esses dados constam do Sistema de Informações Criminais (Infocrim) da Secretaria da Segurança Pública. Os locais mais perigosos ficam próximos de áreas nobres da região, mais especificamente nas Avenidas Giovanni Gronchi e Morumbi e na Rua Engenheiro Oscar Americano, rodeadas de casas e condomínios de luxo.
Em seguida, aparecem as zonas leste (37), norte (25), central (22) e oeste (15), com endereços como a Rua da Mooca, a Avenida Brás Leme, a Rua da Consolação e a Avenida Rebouças. Para conter a onda de violência, identificada principalmente em horários considerados de pico, a corporação desenvolve atualmente operações com reforço policial nesses 156 trechos. São PMs normalmente em dupla que permanecem nesses locais, nos períodos das 7 às 10 e das 17h às 20 horas. Eles utilizam viaturas ou motos e são deslocados de diversos batalhões da cidade, diz a polícia.
O capitão Emerson Massera, porta-voz do Serviço de Comunicação Social da PM, estima que existam 74 mil cruzamentos na cidade. Ao menos 1.011, que são monitorados, já registraram crimes. Mas destaca que, desse total, 156 são críticos por terem registros de assalto com frequência. O oficial lembra que o reforço de policiais nos trechos com elevada incidência criminal não significa que outros endereços estejam sem cobertura policial.
Ainda segundo Massera, os maiores vilões do crime em semáforos são motoqueiros. São eles que abordam os mais desatentos ao volante. Para o oficial, as vítimas precisam manter a atenção o tempo todo. Felipe Gonçalves Silva, da Specttra Soluções Integradas em Segurança Eletrônica, orienta que no trânsito lento ou no congestionamento é indicado manter uma distância do carro da frente, não para fugir e sim para que, caso se note alguma movimentação estranha, a pessoa avance um pouco com o carro. Dessa forma, vai demonstrar estar atenta ao que está acontecendo ao redor do veículo. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
São Paulo - A zona sul de São Paulo concentra um terço, ou 57, dos 156 cruzamentos com maior risco de assaltos na capital paulista, nos quais 80% das vítimas são mulheres. Além disso, na maior parte das vezes os ataques são feitos por motoqueiros. Esses dados constam do Sistema de Informações Criminais (Infocrim) da Secretaria da Segurança Pública. Os locais mais perigosos ficam próximos de áreas nobres da região, mais especificamente nas Avenidas Giovanni Gronchi e Morumbi e na Rua Engenheiro Oscar Americano, rodeadas de casas e condomínios de luxo.
Em seguida, aparecem as zonas leste (37), norte (25), central (22) e oeste (15), com endereços como a Rua da Mooca, a Avenida Brás Leme, a Rua da Consolação e a Avenida Rebouças. Para conter a onda de violência, identificada principalmente em horários considerados de pico, a corporação desenvolve atualmente operações com reforço policial nesses 156 trechos. São PMs normalmente em dupla que permanecem nesses locais, nos períodos das 7 às 10 e das 17h às 20 horas. Eles utilizam viaturas ou motos e são deslocados de diversos batalhões da cidade, diz a polícia.
O capitão Emerson Massera, porta-voz do Serviço de Comunicação Social da PM, estima que existam 74 mil cruzamentos na cidade. Ao menos 1.011, que são monitorados, já registraram crimes. Mas destaca que, desse total, 156 são críticos por terem registros de assalto com frequência. O oficial lembra que o reforço de policiais nos trechos com elevada incidência criminal não significa que outros endereços estejam sem cobertura policial.
Ainda segundo Massera, os maiores vilões do crime em semáforos são motoqueiros. São eles que abordam os mais desatentos ao volante. Para o oficial, as vítimas precisam manter a atenção o tempo todo. Felipe Gonçalves Silva, da Specttra Soluções Integradas em Segurança Eletrônica, orienta que no trânsito lento ou no congestionamento é indicado manter uma distância do carro da frente, não para fugir e sim para que, caso se note alguma movimentação estranha, a pessoa avance um pouco com o carro. Dessa forma, vai demonstrar estar atenta ao que está acontecendo ao redor do veículo. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
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